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Rebeca Arimi Suzuki

Rebeca Arimi Suzuki

[Resenha] A Mala de Hana - Karen Levine

Título: A Mala de Hana
Título original: Hana's Suitcase
Autora: Karen Levine
Páginas: 111
Editora: Melhoramentos
Edição: 5
Ano: 2009

Sinopse: 
'A mala de Hana' é um retrato singelo, mas mostra como era cruel a vida das crianças submetidas ao Holocausto.
A história se desenrola em três continentes durante um período de quase setenta anos. Envolve a experiência da garotinha Hana e de sua família na Tchecoslováquia (atual República Tcheca), nas décadas de 1930 e 40: e uma jovem e um grupo de crianças em Tóquio, no Japão: e um homem em Toronto, no Canadá, nos dias de hoje.
Um relato que vai sensibilizar a todos, para que horrores semelhantes ao que atingiu Hana e outros inocentes nunca voltem a acontecer.

Resenha 
A Mala de Hana foi uma leitura leve, rápida e curta, e entretanto emocionante e extremamente tocante, por se tratar de um dos períodos mais terríveis da História: O Holocausto.
O livro é a respeito da história verídica da pequena Hana Bredy, vítima do nazismo alemão. A história se passa em três locais distintos:
  1. República Tcheca - Relata a história da menina na época da Guerra 
  2. Tóquio, Japão - Fumiko Ishioka pesquisa sobre a garota e ensina a seus alunos sobre o Holocausto 
  3. Canadá - É onde vive o sobrevivente George Bredy, irmão mais velho de Hana e o único sobrevivente de sua família.
Durante a narração, os cenários de República Tcheca e Tóquio, pois enquanto é contada aos detalhes como era a vida da pequena garota na época da II Guerra Mundial, de outro lado, a jovem Fumiko Ishioka, pesquisa incansavelmente de todas as maneiras possíveis e impossíveis informações sobre quem foi a grandiosa Hana Bredy. A determinação de Fumiko me prendeu a atenção, e me fez pensar que tudo é possível se tivermos a boa vontade de queremos obter mais resultados a respeito. 
Os momentos de Hana e seu irmão juntos me comoveram, tal como algumas partes do livro em especial, como quando Hana recebe uma carta de sua mãe (que a esta altura já estava em Auschwitz). 
Foi triste ter que imaginar como foram terríveis aqueles tempos de Holocausto, especialmente para uma menina tão pequena para aquela época ficar sem os pais e longe do irmão mais velho, completamente sozinha. É de partir o coração pensar nessas coisas. 
Mas, de outro lado, me alegra saber que a garota e sua família tiveram uma vida plena e feliz enquanto puderam (até antes da Guerra, claro) e que Hana teve sonhos e que um deles puderam se concretizar: se tornar professora. 
Porque honestamente, com uma história assim tão comovente a ponto de derramar lágrimas, ela nos deixou um enorme legado e uma lição de vida sem igual, pois faz os outros (ou seja, nós simples mortais) darem mais valor à vida. 

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