Mitos do saber popular que você certamente acreditou que eram verdade

Artigo original: Tu History - México 
Traduzido por: Rebeca Arimi Suzuki 
Imagem: Shutterstock/Tu History - México
Por alguma estranha razão, algumas crenças pseudocientíficas se popularizaram tanto que passaram a fazer parte do saber popular apesar de serem falsas. Esses são alguns dos mitos científicos mais insolitamente radicados aos quais acreditamos saber 

1. Os humanos têm cinco sentidos: Aristóteles foi quem contabilizou cinco sentidos, mas o certo é que tenhamos entre 9 e 20 sentidos.

2. Os neurônios não se regeneram: Antiga crença desmentida nos anos 90, quando se provou que o cérebro tem capacidade de regeneração graças às chamadas neurogêneses.

3. O álcool aquece: Mito derivado devido ao costume de tomar álcool em regiões muito frias, mas na realidade o álcool causa diminuição na temperatura do corpo.

4. As unhas e os cabelos continuam crescendo depois da morte: Não é certo que um cadáver produza novas células. A confusão se deve ao fato de que a pele que envolve as unhas se desidrata, o que faz com que pareçam mais largas, igual à pele do queixo. 

5. O Nobel de Matemática não existe porque a esposa de Alfred Nobel foi infiel a ele por causa de um matemático: Esta fantasiosa história não cientifica, porém referente ao mundo da ciência, para por alto ao feito que Nobel nunca teve esposa 

6. A água conduz a eletricidade: A água pura é um isolante; são as impurezas, como os sais que costumam estar na água, que conduzem a eletricidade.

7. Os morcegos são cegos: Os morcegos veem quase tão bem quanto os humanos, mas para ir a suas casas noturnas eles se orientam com ultrassons.

8. Os golfinhos são os animais mais inteligentes: Compreendem os sinais assim como os primatas e louros; e a memória de muitos cachorros é bem melhor. Alem disso, outros animais também têm a capacidade de reconhecerem-se ao reflexo.

9. Einstein era mal aluno e a matemática lhe era custosa: Outro mito do mundo da ciência. Einstein começou a estudar cálculo três anos antes do que era habitual na época. 

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