Gênero Literário #04 - Literatura de Auto-Ajuda

Literatura de Auto-Ajuda são livros voltados ao autoconhecimento, orientação espiritual e solução para os problemas do dia a dia como por exemplo, estresse ou angústia, muito comuns na atualidade.
Atualmente a Auto-Ajuda abrangendo desde assuntos culturais e científicos até assuntos de psicologia, relações humanas, religião, lazer, etc.
Pessoas de qualquer idade ou classe social pode ler, sendo assim, o público alvo desse estilo de livro é bem abrangente 
A procura da auto ajuda é menos sofrida àqueles que identificam no livro as mesmas situações que vivem no cotidiano. O livro é apenas uma "ajuda", como o próprio nome sugere, então o ideal é que os leitores absorvam o que essencial, identificando pontos em comum com a sua própria realidade 
Minha opinião sobre "Literatura de Auto-Ajuda"
A Literatura de Auto-Ajuda, para mim, foi uma experiência nova (pelo menos quando eu li pela primeira e única vez até agora) que me fez refletir sobre os fatos do cotidiano de uma maneira sob a qual eu nunca havia pensado antes. De outro lado, até foi simples e rápido de ler, bastando-me apenas alguns dias. 

Já li um livro chamado "Quem Mexeu no meu Queijo", que fala sobre mudanças.
A história é sobre 2 ratinhos e 2 homens que sempre iam no Labirinto, em um dos postos buscar queijo. Certo dia, acabou o queijo daquele posto. Assim tiveram que encontrar uma outra forma que achar alimento. 
Cada personagem reagiu de uma forma: 

- Os ratinhos eram ágeis e cada um foi buscar o queijo. No entanto, um dos ratinhos é inteligente, enquanto o outro, é mais esperto (foi pelo caminho mais curto) 
- Um dos homens se conformou com o esgotamento do queijo e quis encontrar sua própria maneira de encontrar queijo 
- Já o outro homenzinho era o inconformado. Enquanto o posto C (onde sempre vinha) não reabastecesse ele não iria a outro lugar: ficaria apenas esperando. 

Metaforicamente, o Queijo é aquilo que queremos alcançar, e o Labirinto é o lugar onde convivemos diariamente (casa, estabelecimento de trabalho, etc). 
Depois de ler, percebi que na vida real existem as pessoas com tais esteriótipos (dos ratinhos e dos homenzinhos) e que sempre precisamos ficar atentos ao que ocorre em nossa volta e abraçar as novas oportunidades, porque sinceramente falando, a vida é dura e não podemos ficar parados, simplesmente esperando que as coisas aconteçam do jeito que queremos. 

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