[Nova resenha] A Linhagem - Camila Dornas

Lido em: Dezembro de 2014
Tempo que levei para ler: Dois dias e meio 
Comecei a ler em: 04/12/14, à noite
Terminei de ler em: 06/12/14, pela tarde

Ficha técnica
Título: A Linhagem
Autora: Camila Dornas
Número de páginas: 334
Editora: Novo Século
Número da edição: 01
Ano de publicação: 2013
Temas: Romance, fantasia, mistério, intrigas, etc
Categoria: Literatura Nacional


Sinopse do Livro: 
"Londres do século XVIII, a capital da Inglaterra era um dos mais importantes centros do mundo. Vestidos pomposos, elegância e boas maneiras. Um tempo onde as posses e a reputação regiam a sociedade. A Igreja tinha poder e condenava aqueles os quais pesava a suspeita de bruxaria - a arte oculta a temida e repudiada pelo senso comum. Nesse conto intimidador, surge uma mulher especial, com dons inimagináveis. E um destino grandioso..."

Minha Resenha
Introdução
Hoje eu vou falar de um livro que realmente gostei muito de ler. Na verdade, terminei de lê-lo ontem, mas eu já desejava tê-lo em minha estante há um tempo. Trata-se de "A Linhagem", escrito pela autora Camila Dornas.
Primeiro de tudo, o que me atraiu foi a capa, que é muito linda! Gostei de saber que a história se passa no século XVIII, uma época que eu particularmente me identifico bastante!
O tema abordado também foi do meu agrado, já que mistérios na família real (mesmo que seja assassinato) são o tipo de mistério que eu gosto.
O fato de a protagonista esconder um segredo apenas aumentou a minha vontade de ler. Estava tão curiosa e fascinada com este livro, que terminei de ler em dois dias e meio! (bati meu record e estou feliz comigo mesma). Nunca li um livro tão rápido! (Quem sabe eu releia?).
No decorrer da história, eu desejava incessantemente saber o motivo do título do livro (ainda me pergunto se só eu penso nessas coisas, e/ou se isso é loucura da minha parte). Cheguei à conclusão de que "A Linhagem" é um título muito ambíguo: pode tanto se referir à linhagem da família real inglesa ou à linhagem da família Rothe (da mãe de Evangeline, a protagonista.)

A História em si
Quanto ao enredo da história e à maneira de como tudo foi tomando forma, a autora conseguiu me prender ao descrever a situação das personagens e o sentimento delas, tal como a narração leve e gostosa. Imaginar tudo isso, somado aos cenários nos quais se passam a trama, foi uma experiência incrível!
Pensei em Julian como um pai autoritário e que não volta atrás de sua palavra; como alguém duro e frio, que não aceita Evangeline como ela é, por ser especial. Comecei a pensar que não gostaria de ter um pai com esse caráter, nem uma madrasta fútil e submissa como Eleonor, e uma irmã que se acha melhor que eu, como a nojenta da Margaret! (no fim ela finalmente se mostrou uma boa irmã).
Mas, também pensei como é bom ter amigos ao nosso lado, assim como Evangeline tem Henry (seu amor), Albert e Genevive, pessoas que realmente a ajudaram muito, na hora em que mais precisava, afinal derrotar um noivo cretino como Hector Callum com seus "cúmplices defuntos", não foi nada fácil. Mas o bem sempre vence, e gostei bastante de ver o primo do rei sendo derrotado. Só não queria que Dorian morresse...
Adorei o final: Evangeline parte para Paris com seus amigos, para ter uma nova vida. Além de tudo, ela aceitou o pai biológico que tem, (que se chama Thomas Killan) e também concordou em se casar com Henry, seu grande amor.

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