Pular para o conteúdo principal

Zero no Tsukaima

Ficha técnica
Título: Zero no Tsukaima - The familiar of Zero (ゼロの使い魔)
Autor: Noboru Yamaguchi
Diretor: Yoshiaki Iwasaki
Gênero: Aventura, Fantasia, Magia, Comédia romântica
Produtora: Studio J.C.Staff
Número de episódios: 13 (na primeira temporada) e 12 (nas outras 3 temporadas)

Sinopse: 
A história se passa em um mundo alternativo parecido com a Europa do período feudal. 
Aqui, magos, camponeses e todos os tipos de criaturas fantasiosas convivem entre si. 
O poder político é atribuído aos magos tidos como nobres, e estes nem sempre olham com respeito para as castas inferiores Louise de la Valiere é uma bruxinha cujo único talento aparente é explodir tudo o que aponta com a sua varinha. 
Por essa inabilidade, é chamada por seus colegas de "Zero Louise", já que zero é o numero de magias que a menina consegue fazer.
Em um ritual de sua escola no qual os alunos devem invocar animais para lhes servir, Louise mais uma vez surpreende e conjura um garoto humano.

Minha opinião sobre o anime
Gostei bastante da trama, especialmente quando Saito apareceu repentinamente, pela magia de Louise. 
No começo pensei que não seria tão legal uma vez que é uma história bem fantasiosa, mas de algum modo, eu acabei gostando de como as coisas foram tomando seu rumo, e acabei assistindo as 4 temporadas!
Lembro-me que dei muita risada nas cenas de Saito, quando ele ficava com a Louise e a empregada (as duas brigavam bastante).
No decorrer das temporadas, alguns personagens secundários me chamaram a atenção, como a vinda dos elfos por exemplo. 
O que também me impressionou foi o fato de Saito (ou seja, um pobre, a princípio) ter ganhado um feudo! 
E como se não bastasse a concorrência das garotas para conquistá-lo é enorme, ainda que uma guerra estivesse por vir!
Mas, o que mais me comoveu foi a história da Tabitha (ou Tabasa): um pai assassinado pelo próprio irmão, sua mãe ficou louca (depois de tomar uma bebida envenenada), e ela estava prestes a ter o mesmo destino da mãe (felizmente ela se tornou a Rainha da Gália). Fiquei chocada pensando em como uma pessoa é capaz de suportar tudo de uma vez! ~

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Alma minha gentil, que te partiste - Análise

Alma minha gentil, que te part iste   (A) Tão cedo desta vida desconte nte , (B) Repousa lá no Céu etername nte , (B) E viva eu cá na terra sempre tr iste.(A) Se lá no assento Etéreo, onde sub iste , (A) Memória desta vida se conse nte , (B) Não te esqueças daquele amor arde nte, (B) Que já nos olhos meus tão puro vi ste . (A) E se vires que pode merecer -te (C) Algũa cousa a dor que me fic ou (D) Da mágoa, sem remédio, de perder- te, (C) Roga a Deus, que teus anos encurt ou, (D) Que tão cedo de cá me leve a ver -te,   (C) Quão cedo de meus olhos te lev ou. (D) * Algua cousa = alguma coisa Autor: Luís Vaz de Camões Análise No poema, o "eu lírico" lamenta pela perda da amada, como pode se ver nos versos:  "Algũa cousa a dor que me ficou/Da mágoa, sem remédio, de perder-te" O "eu lírico" amava tanto a garota que ficou triste ao perdê-la, e lamenta a respeito disso: "Alma minha gentil que te partiste" e reza para que ela esteja feliz

O macaco e a banana

Um macaco estava comendo uma banana que escapou da sua mão e caiu no oco de uma árvore. Irritado, o macaco desceu da árvore e disse a um pedaço de pau: -Ô seu pedaço de pau, me ajuda a apanhar minha banana. O pedaço de pau não lhe deu a menor atenção. Furioso, o macaco foi até o lenhador e lhe disse: -Ô seu lenhador, venha mandar o pedaço de pau para me ajudar a apanhar minha banana que caiu no oco da árvore O lenhador não ligou para ele. Exasperado, o macaco procurou o delegado e lhe disse: -Ô seu delegado, venha mandar o lenhador ir até a floresta para mandar o pedaço de pau ajudar a apanhar a minha banana que caiu no oco da árvore. O delegado não obedeceu. O macaco foi até o rei pedir que ele mandasse o lenhador até a floresta para mandar o pedaço de pau ajudar a apanhar a banana que tinha caído no oco da árvore. O rei não lhe deu atenção. O macaco foi atrás da rainha. A rainha não lhe deu ouvidos. O macaco foi até o rato pedir que ele roesse a roupa da rainha. O rato se r

A Viagem de Chihiro - As Metáforas por trás da História

A Viagem de Chihiro é uma das obras primas mais famosas de Hayao Miyazaki, e que mais ganhou premiações pela história bem elaborada. Chihiro é uma menina de dez anos, que, por casos da vida, entra em um túnel com os pais (que por sinal, estavam curiosos para saber onde a passagem ia dar) e acaba parando em um mundo paralelo, cheio de mistérios e criaturas mágicas. Sen to Chihiro no Kamikakushi ( 千と千尋の神隠し , nome original do filme) é, na verdade um jogo de palavras. Sen é uma palavra que tanto pode fazer referência ao nome que a protagonista, Chihiro, adquire durante o filme, ou "mil", "muitos" ou ainda "múltiplos". Além disso, a junção das duas primeiras palavras forma "Sento" , que significa "Casa de Banho", onde a maior parte da história se passa. O filme é composto de diversas metáforas e simbolismos tais como: A metáfora dos porcos, quando os pais de Chihiro vão ao restaurante com a menina e são tranformados em porcos - Iss