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Rebeca Arimi Suzuki

Rebeca Arimi Suzuki

Capítulo I - Maria Dorothea Joaquina de Seixas (Resumo) #01

Rua Direita, o infausto

Primeiro nasceu Dorothea (Marília teve o mesmo nome da mãe), no ano de 1767, e logo depois, os partos tornaram-se praticamente acontecimentos bienais na família Mayrink:
Em 1770 chegou ao mundo, Anna Ricarda, seguido por José Carlos em 1772,  e Francisca no final desse mesmo ano, a qual permaneceu por somente poucos dias nesse planeta, de tão difícil que fora seu parto
Emerenciana Joana nascera em 1774, e no ano seguinte Dona Maria Dorothea dera a luz a mais um filho, que acabou por não batizar

Mas, como tudo começou?
Balthazar João Mayrink ingressou na vida de militar desde muito cedo, mas, acontece que até mesmo um homem forte precisa de uma bela mulher ao seu lado.
Pretendentes tinham várias, penso eu. Mas, nada melhor que casar com a sexta filha do tenente Bernardo da Silva Ferrão e sua esposa, Francisca de Seixas da Fonseca, cujo nome era Maria Dorothea Joaquina de Seixas.
O capitão, (que não era de se jogar fora), marcou o matrimônio para uma terça feira, no mês de agosto de 1765, na igreja da Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias, mesmo local em que a noiva fora batizada.
A linda moça entrou na Igreja projetada por Manuel Francisco Lisboa (conhecido como "pai de Aleijadinho), sendo conduzida por seu irmão de nome Bernardo Manoel da Silva Ferrão, um bacharel em Cânones na Universidade de Coimbra e senhor de muitas propriedades e negócios.
Vale ressaltar que, as famílias Seixas e Ferrão eram formadas por profissionais militares e de alta patente, o que explica o fato de haver o favoritismo público para ambas as partes, e o reconhecimento de diversos cidadãos

O Nascimento de uma Musa

Pouco mais de um ano de Casamento, e em 4 de outubro de 1767, nasce a primogêtica do casal, chamada Maria Dorothea Joaquina de Seixas (que mais futuramente seria conhecida como Marília)
Conta-se que, originalmente, era para a garota ter o nome da santa, mas no fim, o orgulho da mãe da criança venceu tudo, colocando na filha, o seu próprio nome! (nada convencida, né?).
A menina foi batizada com um mês de idade, mas dez anos após o batizado, o pai teve que se distanciar de Maria Dorothea e seus irmãos, devido ao seu cargo, que havia aumentado, e consequentemente, a carga horária de trabalho também

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