Éris, a discórdia

É a deusa grega da discórdia, nascida de Nix, sem a união de nenhum parceiro.
Diz-se que Éris "resnasceu" com o nascimento de Ares, e por isso, os dois são considerados irmãos.
Aliás, a Discórdia sempre acompanhava seu irmão Ares nos campos de batalha!
E mesmo quando todos se retiravam, inclusive o deus da guerra, Éris ainda permanecia no local, a fim de gozar dos outros e de todo o caos que ocorria.
Duarante toda a mitologia grega, Éris causara muitas catástrofes e problemas aos outros, tais como: a fadiga, o esquecimento, o ódio, a desilusão, a fome, as dores do corpo e da alma, as mentiras, a desordem, o erro, as batalhas, os confrontos, os combates, as disputas, os homicídios, os massacres, as controvérsias, a falta de lei, e o espírito dos juramentos.
Mas, de todos os acontecimentos, o episódio que mais merece destaque é o estopim da Guerra de Tróia, quando Tétis e Peleu (*futuros pais de Aquiles*) iam se casar, e Éris foi a única divindade não convida para o evento, devido ao seu comportamento.
Assim, ela pegou um dos pomos de ouro do Jardim das Hespérides, e nele escreveu "para a mais bela", e assim as deusas Hera, Afrodite e Atena, foram disputar pela posse da maçã, o que levou à maior guerra de todos os tempos
A palavra "erística" em português, vem do nome da deusa grega da discórdia. Significa a arte da disputa argumentativa no debate filosófico, desenvolvida, sobretudo pelos sofistas, e baseada em habilidade verbal e acuidade de raciocínio (Houaiss).

Fontes:

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