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Rebeca Arimi Suzuki

Rebeca Arimi Suzuki

Citações de Annabeth nos Livros - PJO

Em: O Ladrão de Raios
-Você baba enquanto dorme {de Annabeth para Percy} - eu ri muito quando li isso! =D

"Annabeth:-Monstros não morrem, Percy! Eles podem ser mortos. Mas não morrem."
"Percy:-Ah, obrigado! Agora entendi tudo!"

"-Será? Qual é a coisa mais comum que os deuses faziam nas velhas histórias? Eles andavam por aí se apaixonando por seres humanos e tendo filhos com eles. Você pensa que eles mudaram os hábitos nos últimos poucos milênios?" {Annabeth}

"O quê? Está pensando que tem de ser um homem encontrando uma mulher humana atraente, e não o contrário? Sabe que isso é machismo?" - {Annabeth, com o fato de seu pai ser mortal e sua mãe ser Atena}

- Percy – advertiu Annabeth -, tenha mais respeito.
- Por quê? Pensei que você detestasse Ares.
- Ainda assim, ele é um deus. E a namorada dele é muito temperamental.
- Não queremos ofendê-la – acrescentou Grover.
- Quem é? Equidna?
- Não, Afrodite – disse Grover, um pouco sonhador. – A deusa do amor.

-[…] Annabeth, venha comigo…
- Está brincando? – Ela olhou para mim como se eu tivesse acabado de cair da Lua. Suas bochechas estavam num tom vermelho vivo.
- Qual o problema agora? – perguntei.
- Eu… ir com você para um… um “Emocionante Passeio de Amor”? Que coisa mais embaraçosa! E se alguém me vir?
- Quem é que vai ver? – Mas agora a minha cara também estava queimando. Só mesmo uma menina para complicar as coisas.

- Não sei o que a minha mãe vai fazer. Só sei que vou lutar junto com você.
- Por quê?
- Porque você é meu amigo, Cabeça de Alga. Mais alguma pergunta boba?

Annabeth: "Cuide-se, Cabeça de Alga. Mantenha os olhos abertos."
Percy: "Você também, Sabidinha."

Em "O Mar de Monstros"

Percy: "Elas são cegas?"
Annabeth: "Não totalmente. Têm um olho."
Percy: "Um olho?"
Annabeth: "Sim."
Percy: "Cada uma?"
Annabeth: "Não. Um olho ao todo."
{Percy e Annabeth comentando das Irmãs Greias, as velhas}

Annabeth: "Apenas ouça. A verdadeira história do Velocino: havia aqueles dois filhos de Zeus, Cadmo e Europa, certo? Eles estavam para ser oferecidos como sacrifício humano quando imploraram a zeus que os salvasse. Então Zeus enviou aquele carneiro voador mágico com sua lã de ouro, que os recolheu na Grécia e os transportou até Cólquida, na Asia Menor. Bem na verdade ele transportou Cadmo. Europa caiu e morreu no caminho, mas isso não é importante."
Percy: "Provavelmente foi importante para ela "

Em "A Maldição do Titã"

Annabeth: "E então?"
Percy: "Hã, quem eu devo tirar para dançar?"
Annabeth: "Eu, Cabeça de Alga!"
Percy: "Ah. Ah, está bem."

"É algo mais sério do que isso, Percy. Eu... eu devia lhe contar uma coisa." - {Annabeth}

Em: "A Batalha do Labirinto"
– Sim – disse Annabeth. – O maior arquiteto, o maior inventor de todos os tempos. Se as lendas estiverem certas, sua oficina está no centro do labirinto. Ele é o único que sabia como navegar no labirinto perfeitamente. Se Luke conseguir encontrar a of
icina e convencer Dédalo a ajudá-lo, Luke não se atrapalharia procurando por caminhos, ou arriscaria a perder seu exército nas armadilhas do Labirinto. Ele poderia navegar para onde quisesse – rapidamente e com segurança. Primeiro para o acampamento para se livrar de nós. Depois... para o Olimpo.
(...)
– Nós precisamos entrar – anunciou Annabeth. – Nós precisamos encontrar a oficina antes de Luke. Se Dédalo está vivo, nós o convenceremos a nos ajudar, não Luke. Se o fio de Ariadne ainda existe, temos que ter certeza que nunca irá cair nas mãos de Luke.
(...)
Annabeth assentiu.
– O labirinto é arquitetura mágica, Percy. Precisaria de um poder enorme para selar mesmo uma das entradas. Em Phoenix, Clarisse pôs a baixo um prédio inteiro com uma bola de demolição, e a entrada do labirinto só se deslocou alguns metros. O melhor que podemos fazer é evitar que Luke aprenda a navegar no labirinto.
(...)
– Nós temos que chegar à oficina de Dédalo primeiro – insistiu Annabeth. – Achar o fio de Ariadne e impedir Luke de usá-lo.
(...)
– Eu estive estudando arquitetura por anos – disse ela. – Eu conheço o Labirinto de Dédalo melhor que ninguém.

Ainda em "A Batalha do Labirinto" - Teste da Esfinge
– Desculpe – Annabeth disse a ele.
– Bem vinda, Annabeth Chase! – o monstro falou, embora Annabeth não tenha dito seu nome. – Você está pronta para o seu teste?
– Sim – ela falou. – Pergunte o seu enigma.
– Vinte enigmas, na verdade! – a esfinge falou alegremente.
– O quê? Mas nos velhos tempos–
– Ah, nós elevamos os nossos padrões! Para passar você tem que mostrar conhecimento em todos os vinte. Isso não é ótimo?
Aplausos tocavam de tempos em tempos como alguém virando uma torneira. Annabeth olhou nervosamente para mim. Eu lhe dei um aceno encorajador.
– Certo – ela disse a Esfinge. – Eu estou pronta.
Os tambores tocaram acima. Os olhos da esfinge brilharam de excitação.
– Qual é a capital da Bulgária?
Annabeth franziu o cenho. Por um terrível momento, eu pensei que ela estava empacada.
– Sofia – ela disse, – mas–
– Correto! – Mais aplausos ensaiados. A Esfinge sorriu tão selvagemente que seus caninos apareceram. – Por favor, não se esqueça de marcar sua resposta claramente na sua folha de teste com um lápis preto número dois.
– O quê? – Annabeth parecia aturdida. Então uma folha de teste apareceu no pódio à sua frente junto com um lápis afiado.
– Preste atenção na bola que você assinalar e fique dentro do círculo – a esfinge disse. – Se você tiver que apagar, apague completamente ou a máquina não vai conseguir ler as suas respostas.
– Que máquina? – Annabeth perguntou.
A esfinge apontou com sua pata. Em cima do refletor estava uma caixa de bronze com um monte de engrenagens e alavancas e uma grande letra H na lateral, a marca de Hefesto.
– Agora – disse a Esfinge, – a próxima questão–
– Espere um segundo – Annabeth protestou. – O que aconteceu com “O que caminha com quatro pernas de manhã...?”
– Perdão? – A esfinge disse, claramente aborrecida agora.
– O enigma sobre o homem. Ele caminha em quatro pernas de manhã, como um bebê, duas pernas ao entardecer, como um adulto, e três pernas ao anoitecer, como um velho com uma bengala. Esse é o enigma que você costumava perguntar.
– Exatamente porque eu mudei o teste! – a Esfinge exclamou. – Você já sabia a resposta. Agora a segunda questão, qual é a raiz quadrada de dezesseis?
– Quatro – Annabeth disse, – mas–
– Correto! Qual presidente dos Estados Unidos assinou a Proclamação de Emancipação?
– Abrahan Lincoln, mas–
– Correto! Enigma número quatro. Quanto–
– Espere aí! – Annabeth gritou.
Eu queria falar para ela parar de reclamar. Ela estava indo bem! Ela deveria somente responder as questões para podermos ir.
– Isso não são enigmas – Annabeth disse
– O que você quer dizer? – a esfinge vociferou. – Claro que são. Esse teste é especialmente projetado–
– Isso é um monte de fatos estúpidos e aleatórios – Annabeth insistiu. – Os enigmas devem fazer você pensar.
– Pensar? – a esfinge fez uma carranca. – Como é que eu deveria testar se você sabe pensar? Isso é ridículo! Agora, quanta força é requerida–
– Pare! – Annabeth insistiu. – Esse é um teste estúpido.
– Hã, Annabeth – Grover se intrometeu nervosamente. – Talvez você devesse, você sabe, terminar primeiro e reclamar depois?
– Eu sou uma filha de Atena – ela insistiu. – E isso é um insulto a minha inteligência. Eu não vou responder essas questões.
Parte de mim estava impressionada por ela se impor daquela forma. Mas parte de mim pensou que o orgulho dela ia matar todos nós. Os refletores resplandeceram. Os olhos da esfinge faiscaram puro preto.
– Então, minha querida – o monstro disse calmamente. – Se você não passar, você falhará. E como nós não permitimos que crianças fiquem para trás você será DEVORADA!

Em: O Último Olimpiano
– Hey. – Annabeth escorregou para meu lado no banco. – Feliz aniversário.
Ela trazia uma forminha com um cupcake disforme cheio de açúcar azul por cima.
Olhei para ela.
– O que?
– Hoje é 18 de agosto – disse ela. – Seu aniversário, não é?
Fiquei espantado. Nem tinha lembrado, mas ela estava certa. Eu fiz dezesseis anos nesta manhã, a mesma que eu havia feito a escolha de dar a faca a Luke. A profecia havia se realizado pontualmente, e eu não tinha sequer pensado no fato de ser meu aniversário.
– Faça um desejo – ela disse.
(...)
– Você salvou o mundo – ela disse.
– Nós salvamos o mundo.
– E Rachel é o novo Oráculo, o que significa que ela não vai poder namorar.
– Você não parece decepcionada – eu notei.
Annabeth encolheu.
– Oh, eu não me importo.
– Hã-hã.
Ela levantou suas sobrancelhas.
– Você tem algo para me dizer, Cabeça de Alga?
– Você provavelmente iria chutar a minha bunda.
– Você sabe que eu chutaria mesmo.
Limpei o resto de bolo das minhas mãos.
– Quando eu estava no rio Estige, me tornando invulnerável... Nico disse que eu tinha de se concentrar em uma coisa que me mantivesse preso a este mundo, que me fizesse querer permanecer mortal.
Annabeth mantinha seus olhos no horizonte.
– Sim?
– Então, lá no Olimpo, quando eles queriam me transformar em deus e tal, eu pensei um pouco...– Ah, então você queria.
– Bem, talvez um pouco. Mas eu não quis, porque pensei... Eu não queria que as coisas continuassem as mesmas para toda a eternidade, porque sabe, sempre pode melhorar. E eu fiquei pensando... – Minha garganta estava ficando seca.
– Em alguém em particular? – Annabeth perguntou com uma voz macia.
Eu olhei e vi que ela estava tentando não sorrir.
– Você está rindo de mim! – eu reclamei.
– Não estou não!
– Você não está facilitando as coisas.
Então ela riu de verdade, e colocou as mãos no meu pescoço.
– Eu nunca, nunca vou fazer as coisas ficarem mais fáceis para você, Cabeça de Alga. Acostume-se com isso.
Quando ela me beijou, eu tinha a sensação de meu cérebro estava derretendo dentro de mim.

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Agência: Horipro
Línguas: Japonês e Inglês

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Sobre
Yuki Furukawa é um ator e modelo do Japão. Nascido em Tokyo, ele se mudou para o Canadá, em Toronto, com sua família, quando tinha apenas 7 anos de idade. Morou 11 anos no exterior, sendo que, com 16 anos, mudou-se por conta própria a Nova York (EUA), como um estudante de pesquisa durante dois anos.
Voltou ao Japão quando tinha 19 anos. Ao regressar, teve dificuldades ao se adaptar com a língua e a cultura japonesa, já que no Japão, falar inglês no dia a dia é considerado falta de educação. 
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