A Casa de Hades

Capa do Livro n° 04
A tripulação do Argo II enfrenta dias difíceis. 
Inimigos espreitam no caminho para a Casa de Hades e o moral da equipe está baixo após a perda de dois integrantes importantes em Roma. 
Para chegar às Portas da Morte e tentar impedir o despertar de Gaia, nossos heróis Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo vão precisar fazer alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os asseclas enviados pela sanguinária Mãe Terra para detê-los.

A situação é ainda pior para Percy e Annabeth. 
Após caírem no Tártaro, os dois passam fome, sede e sofre com diversos ferimentos enquanto são caçados por vários inimigos que derrotaram ao longo dos anos e que agora surgem das sombras em busca de vingança. 
A única esperança da dupla de voltar para o plano mortal reside em encontrar as Portas da Morte e fechá-las de uma vez por todas. No entanto, uma legião de monstros fiéis a Gaia defende as Portas, e nem Percy nem Annabeth estão em condições de enfrentá-la.

Minha opinião sobre o Livro
Quando acabei de ler "A Marca de Atena", já fiquei esperando o próximo volume, para saber como os sete semideuses enfrentaram Gaia e fecharão as Portas das Morte dos dois lados.
Como as minhas personagens favoritas da saga são Annabeth (filha de Atena) e Hazel (não que eu goste de Hades) as partes que eu mais gosto são as que são narradas por elas
Ainda só estou no início do livro, mas já estou gostando da trama.
Um dos momentos em que mais me identifiquei, foi quando Hazel encontrou com Hécate, a deusa sa magia e das encruzilhadas, uma vez que eu também não saberia qual dos caminhos escolher se estivesse no lugar dela! (Pensando bem, vindo de Hécate, até que faz sentido, ela trazer uma coisa enigmática, ou melhor dizendo, nada agradável)
Outro que achei interessante, foi quando chegou a parte na qual menciona Annabeth e Percy no Tártaro (coitados!)
Achei bem legal a forma como a filha de Atena elabora suas estratégias para continuar a missão no Hades (e auida que beber fogo no Flegetonte fosse uma coisa idiota, realmente funcionou!) e como Percy a acalma diante de uma situação, tentando animá-la, além de fazer o possível para dominar as águas infernais!
Havia parado no capítulo no qual aparecem as empousai (que querem se vingar, e por isso estão do lado de Gaia) e estou animada para saber como ambos irão enfrentá-la! =)
Agora já li a parte em que Leo recupera suas coisas e as de seus amigos, que foram roubadas por macacos anões, e partem rumo a NY.
Enquanto isso, no Tártaro, Percy e a sua namorada, Srta.Espertinha, tentam se esconder das vampiras enquanto seguem as mesmas (sendo que uma delas, Kelli, é conhecida de ambos, e quase matou Percy na apresentação da escola de Paul, seu padrasto)
Após duas semanas, finalmente consegui acabar de ler esse livro. Felizmente as Portas da Morte foram fechadas, e Percy e Annabeth sobreviveram (Graças aos deuses!)
Mas, há coisas que relmente me impressionaram:

  1. Nico di Angelo mudar seu caráter, e sorrir
  2. O Titã Dámasen decidir seguir o conselho de Annabeth, de construir outro destino depois de insistir milhares de vezes que não podia mudar aquilo que lhe foi imposto
  3. Jason renunciar a pretoria, e Frank se tornar pretor
  4. Reyna aparecer no Argo II
  5. O Treinador Hadge ser gentil, casado, e estar prestes a ser pai com uma ninfa
Informações sobre o Livro
  • Título: A Casa de Hades
  • Título Original: The House of Hades
  • Coleção: Os Heróis do Olimpo
  • Autor: Rick Riordan
  • Editora: Intrínseca
  • Número da Edição: 01
  • Número de páginas: 496
  • Categoria: Literatura Estrangeira
  • Indicação de faixa etária: Literatura Juvenil
  • Tradutores: Edmundo Barreiros e Alexandre Raposo
  • Tamanho: 21X16X01
  • Acabamento de capa: Brochura


Trecho do Livro:
— A menos que o quê? — perguntou Percy. — Você tem um plano brilhante, não tem?
— É um plano — murmurou Annabeth. — Não sei se brilhante. Temos que encontrar o Rio de Fogo (...)

Uma parte em que eu ri:
— Flegetonte — disse ela. — Você devia se concentrar em descer.
— Flegetonte?
Ele seguia caminhando pela saliência estreita e se segurava onde podia.
Tinham percorrido um terço do caminho até o fundo do penhasco, mas, da altura em que estavam, ainda morreriam se caíssem.
— Parece até nome de bicho pré-histórico: flegetonte, mastodonte...
— Por favor, não me faça rir — disse ela.
— Só estou tentando aliviar o clima.
— Obrigada — grunhiu Annabeth, quase pisando fora da saliência com o pé machucado. — Vou despencar para a morte com um sorriso no rosto.

A parte do Livro na qual me identifiquei - A maior parte do Capítulo VII - Annabeth
— Temos de beber — disse Annabeth.
Percy hesitou com os olhos semicerrados. Ele contou até três antes de responder.
— Er... beber fogo?
— O Flegetonte corre do reino de Hades para o Tártaro. — Annabeth mal conseguia falar. Sua garganta estava se fechando por conta do calor e do ar ácido. — O rio é usado para punir os maus. Mas além disso... algumas lendas o chamam de Rio da Cura.
— Algumas lendas?
Annabeth engoliu em seco, tentando não desmaiar.
— O Flegetonte preserva os maus para que eles tenham que suportar os tormentos dos Campos de Punição. Eu acho que... pode ser o equivalente do Mundo Inferior da ambrosia e do néctar.
O rosto de Percy se contorceu quando cinzas se ergueram do rio e giraram perto dele.
— Mas isso é fogo. Como vamos...
— Assim. — Annabeth enfiou as mãos no rio.
Burrice? Sim, mas ela estava convencida de que não tinham escolha. Se esperassem um pouco mais, iriam desmaiar e morrer. Era melhor tentar algo idiota e torcer para funcionar.
Ao primeiro contato, o fogo não era doloroso. Ele parecia frio, o que provavelmente significava que era tão quente que estava sobrecarregando os nervos de Annabeth. Antes que pudesse mudar de ideia, pegou um pouco do líquido flamejante nas mãos em concha e o levou à boca.Esperava que tivesse um gosto parecido com o de gasolina. Mas era muito pior.
Certa vez, em um restaurante lá em São Francisco, ela tinha cometido o erro de provar a pimenta mais picante do mundo, que vinha com um prato de comida indiana. Após mordiscá-la, achou que seu sistema respiratório fosse implodir. Beber do Flegetonte era como virar um copo do suco concentrado daquela pimenta. Suas cavidades nasais se encheram de chamas líquidas. A boca parecia estar sendo frita. Os olhos derramaram lágrimas ferventes, e todos os poros de seu rosto pipocaram. Ela desmoronou, engasgando e vomitando enquanto o corpo inteiro tremia violentamente.
— Annabeth! — Percy agarrou seus braços, impedindo-a por pouco de rolar para dentro do rio.
O acesso passou. Ela respirou fundo com dificuldade e conseguiu se sentar. Sentia-se horrivelmente fraca e enjoada, mas a respiração seguinte foi mais fácil. As bolhas nos braços começaram a sumir.
— Funcionou — disse com voz rouca. — Percy, você precisa beber
— Eu... — Ele revirou os olhos e caiu sobre ela.
Desesperada, Annabeth encheu outra vez as palmas em concha. Ignorando a dor, pingou o fogo líquido na boca de Percy. Ele não reagiu.
Tentou de novo, derramando as mãos cheias em sua garganta. Dessa vez, ele engasgou e tossiu. Annabeth o segurou enquanto Percy tremia e o fogo mágico agia em seu corpo. A febre passou. As bolhas sumiram. Ele conseguiu sentar e estalar os lábios.
— Ergh — disse ele. — Apimentado, mas nojento.
Annabeth riu sem forças. Estava tão aliviada... ficou até meio tonta.
— É. Isso mais ou menos resume tudo.
— Você nos salvou.
— Por enquanto. O problema é que ainda estamos no Tártaro (...)

   Outras capas do Livro:


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