Japão quer melhorar as relações com a China e a Coréia do Sul

Premiê do Japão, Shinzo Abe, fala durante coletiva de imprensa em sua residência oficial, em Tóquio, no dia 11 de janeiro de 2013.
O primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, disse neste domingo, que espera reunir-se com os líderes da China e da Coréia do Sul em breve, para melhorar as relações com os partidos, mas, também neste domingo, seu partido pediu mudanças na constituição pacifista do Japão, um movimento que deve provocar mal estar em ambos os países vizinhos, que estão entre as vítimas do militarismo de Tóquio do século XX.
"Eu sou da mesma geração que os dois novos líderes", disse Abe, na convenção anual de seu  Partido Liberal Democrata, em referência ao presidente da China, Xi Jinping, de 59 anos e ao presidente sul-coreano, Park Geun-Hye.
Abe, que tem 58 anos, se tornou primeiro ministro do Japão, em dezembro, graças à vitória de seu partido conservador nas eleições.
"Pela prosperidade e estabilidade da região, é necessário que nos três construamos um entendimento mútuo", afirmou.
"Eu quero dizer que a porta está sempre aberta para a China", acrescentou Abe, que foi premiê antes de 2006-2007.
Porém, mais cedo neste domingo, o premiê pediu aos graduados da Academia de Defesa Nacional, que guardem o país contra as "provocações", em uma aparente referência às disputas com Pequim, pela soberania das ilhas controladas por Tóquio.
Os chineses rotineiramente têm circulado as ilhas Senkaku, chamadas de Diaoyu pelos chineses, desde que Tóquio decidiu nacionalizar três das oito ilhas do arquipélago inabitado, mas rica região de pesca, que fica a 200 quilômetros a nordeste de Taiwan, e a 400 quilômetros a oeste de Okinawa, no sul do Japão.
As informações são da Dow Jones.

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